terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Por que seu cliente compra II

Vamos refletir um pouco sobre uma das motivações de compra.

Em geral, as pessoas usam medidas falsas e buscam poder, sucesso aceitação e riqueza para si mesmas e admiram aquelas que os têm.
Existem homens e mulheres que são venerados pelos contemporâneos, embora suas grandezas não são baseadas em qualidades e realizações, são inteiramente alheiros aos objetivos da multidão.
Também, existem grandes homens e mulheres, que apesar de serem reconhecidamente exemplos para uma geração, não são tão seguidos e admirados como mereceriam.

A 1ª questão e localizar aonde está seu cliente? Qual o meio que frequenta? Quais são seus objetivos?
Tem aquele que quer comprar uma roupa para para ir a uma festa, onde sonha encontrar um par ideal, na mesma festa, outro deseja mostrar que é bem sucedido para seus pares e quer reconhecimento, pode ser para uma entrevista de emprego, primeiro dia de trabalho, e por aí vai.
Um exemplo clássico que utilizamos nos treinamentos são os carros. Por que comprar um carro de R$ 200.000,00 se pode comprar um por R$ 40.000,00? Será as funções práticas ou subjetivas e emocionais que levam a decisão. Existem realmente as práticas, pois alguns veículos tem itens de segurança, que o outro não tem, desempenho e etc, mas, a principal, o que realmente decide, é o status, aparência.

Confesso ser difícil trabalhar os sentimentos, as emoções uma coisa tenho certeza, para fora deste mundo não cairemos ou seja, fazemos parte dele e temos que nos posicionar. Conheço alguns que abriram mão de tudo, mas estes tem uma opção alternativa de vida simples. Não existe certo, errado exitem escolhas e, o que precisamos discutir são as nossas verdades e assim, pensar, sentir e agir de acordo com nossas convicções e com isso, compreender que vale também para as pessoas que convivemos, temos que dar liberdade para cada um. Nossa sociedade é formado com regras baseadas na dicotomia ou seja, certo ou errado, falso ou verdeiro, grande ou pequeno, sim ou não, quando na verdade não é tão simples assim, cada um tem seu peso e suas medidas para cada situação, suas referências e sua construção pessoal influenciam na construção destas analises.
Toda esta discussão apenas para construir que devemos ser livres de julgamento de valores, medidas, apenas devemos ser construtivos com cada realidade desejo, este blog, a principal função é qualificar o varejo, então, para melhorar os relacionamentos nas empresas, com clientes, colaboradores, fornecedores temos que focar nos resultados práticos. Escuto comentários do tipo, aquele fornecedor é "chato", somente um exemplo, o que isto importa? Quero um bom produto com qualidade, embalagem, entregas pontuais, prazo e preço compatível com nossa empresa. Aonde entra a analise se o fornecedor é legal, chato, gordo, magro, simpático. Em lugar nenhum, isto não interessa, lógico que acredito que todos devem construir um atendimento especial, da mesma forma que trabalhamos e desenvolvemos esperamos isto dos fornecedores.
Tenho livros em minha residência deste 1958 escrito originalmente em 1949, além de Dale Carnegie com mias de 50.000.000 de exemplares vendidos, ou seja, ninguém deveria ser amador a ponto de incomodar os clientes, maior patrimônio que temos são nossos relacionamentos.
Devemos construir re fortificar cada vez mais estes relações, nosso network veja o sucesso das redes sociais onde destaco o LinkedIn e facebook o primeiro devido a profissionalismo e resultados da ferramenta a segunda, por abrir uma comunicação aberta e franca. Aconselho lidarem com isso com muito profissionalismo.

"Afinal, este negócio de vender resume-se numa única coisa, apenas uma, procurar as pessoas".
Frank Bettger
Esta frase é de 1948 e penso muito nela nas redes sociais, é uma das grande perguntas do marketing: Aonde estão os seus clientes?

Abraços
R Lotito S

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